segunda-feira, 5 de março de 2007
First Fuck
Vou lhes contar agora como foi a minha primeira vez. Nada de interessante, mas, vamos lá. A minha história começa quando eu, aos 15 anos de idade, estava na casa do meu atual namorado (na época um ficante de 1 semana). Grande coisa, já tinha estado lá várias vezes. A casa estava vazia (quer dizer, estava minha amiga e o amigo dele que também estavam ficando, mas abstrai), estávamos trancados no quarto da mãe dele e tal... Um grande rolo, ou melhor, rola. (Que piadinha escrota). Ficamos nos agarrando lá por horas e eis que de repente, o namorado tira do bolso da bermuda uma camisinha. Eu fiquei assustada! Eu disse que não ia dar tempo, que minha mãe chegaria pra me buscar em 15 minutos e blá, blá, blá. Eu achei uma desculpa muito da esfarrapada essa que eu dei, mas... foda-se. Nisso ele me olha com uma cara de cachorro abandonado e pede pra eu ligar pra minha mãe e inventar que estávamos no meio do filme! Eu, tonta, apaixonada e confusa, o fiz. Minha mãe disse pra ligar quando o filme estiver acabando que ela me buscaria. Pronto, fiz o que ele tinha me pedido... Então, com muita paciência, ele foi me beijando, tirando minhas roupas devagarzinho, fazendo tudo com muita calma pra que eu fosse cedendo aos poucos... Eu estava tão nervosa que não tava sentindo nada, sendo que eu estava com as calcinhas encharcadas. De repente, a ficha cai e vejo que vou perder a minha virgindade... A ficha caiu quando eu o vi descendo em direção as minhas pernas e começou a me lamber. Muita doideira, a primeira vez que eu gozei graças a um cara e não a um chuveirinho. E descobri aí a minha facilidade pra gozar. Depois de me lamber bastante, ele botou o raio da camisinha e começou a penetrar... Devagar, e eu sentindo uma dor chatinha.... Devagar, a dor está piorando... Devagar e foi... Foi bem devagar, pra que eu fosse me acostumando com um “corpo estranho” dentro de mim. Eu nem me lembro qual foi minha reação depois que a foda acabou, mas eu estava morta de vergonha e de medo que depois de eu dar pra ele, ele dissesse que não queria mais nada comigo. Erro meu: ele me pediu em namoro no dia seguinte. É o poder, meu bem! E adivinhem? Viciei no sexo dele. Oh meu Deus, ele sabe aproveitar bem o que tem... Em todos os sentidos.... Liguei pra minha mãe e ela veio me buscar. Eu já começava notar as mudanças no meu corpo e no meu humor. E que bom humor!
Amigo Decepção parte 1
Eis aqui uma prova de que mulheres adoram falar sobre sexo. Não sou sexóloga, profissional do sexo ou afins. Tenho 17 anos e um histórico de quatro homens na minha vida sexual. Sim, só quatro, mas algumas histórias pra contar. 1 namorado. Os outros são amigos.
Um deles eu achava que tinha tirado a sorte grande de “faturar”: lindo, fortinho, moreno, olhos pequenos, boca carnuda, enfim, um espetáculo. Qualquer um pode imaginar a quantidade de menininhas que dão mole pro cara. Pois é. Quando esse meu amigo mostrou interesse por mim, eu fiquei me achando o máximo por dias. Até o dia em que fui pra casa dele pra “mostrarmos interesse” um pelo outro. Meu deus, que decepção... O cara de 19, todo gato, que ia pra academia todos os dias, “não-bebo-nem- fumo”, era uma fraude! Apesar do pau dele não ser pequeno nem fino, o carinha não sabia usá-lo. Na primeira foi uma trepada de não mais de 7 minutos (lembre-se que usarei freqüentemente o 7 como referência.). “Tudo bem” pensei eu. Devia ser só um dia ruim, até porque a trepada foi na escada do prédio dele. E ainda dei mal jeito na perna! Mas abstrai. Na segunda vez, o clima era mais favorável: no quarto com ar condicionado dele, música no fundo, ninguém em casa. Piorou... a foda não passou de 4 minutos. E como se não bastasse, o cara ficou se achando o máximo. A gente manteve o clima de amigos, e eu escondendo a decepção que eu tive com “El Fodedor”. Mas ele não estava ao menos envergonhado! Que absurdo... Isso faz mais de 6 meses... Ele ainda não entendeu porque eu não voltei pra casa dele. A gente anda na rua, as meninas ficam olhando pra ele como se ele fosse Deus. Mal sabem que o belo corpinho não faz jus à atuação na cama. Eca, triplo eca. Meu namorado de quase três anos (nós nos separamos e reatamos sempre, por isso no longo intervalo, eu procurava os amigos...) me acostumou com fodas que duram em média 1 hora. E sou muito bem servida de 20 centímetros de pica. Não estava preparada pra essa situação.
Moral da história: Quem vê cara não vê foda.
Um deles eu achava que tinha tirado a sorte grande de “faturar”: lindo, fortinho, moreno, olhos pequenos, boca carnuda, enfim, um espetáculo. Qualquer um pode imaginar a quantidade de menininhas que dão mole pro cara. Pois é. Quando esse meu amigo mostrou interesse por mim, eu fiquei me achando o máximo por dias. Até o dia em que fui pra casa dele pra “mostrarmos interesse” um pelo outro. Meu deus, que decepção... O cara de 19, todo gato, que ia pra academia todos os dias, “não-bebo-nem- fumo”, era uma fraude! Apesar do pau dele não ser pequeno nem fino, o carinha não sabia usá-lo. Na primeira foi uma trepada de não mais de 7 minutos (lembre-se que usarei freqüentemente o 7 como referência.). “Tudo bem” pensei eu. Devia ser só um dia ruim, até porque a trepada foi na escada do prédio dele. E ainda dei mal jeito na perna! Mas abstrai. Na segunda vez, o clima era mais favorável: no quarto com ar condicionado dele, música no fundo, ninguém em casa. Piorou... a foda não passou de 4 minutos. E como se não bastasse, o cara ficou se achando o máximo. A gente manteve o clima de amigos, e eu escondendo a decepção que eu tive com “El Fodedor”. Mas ele não estava ao menos envergonhado! Que absurdo... Isso faz mais de 6 meses... Ele ainda não entendeu porque eu não voltei pra casa dele. A gente anda na rua, as meninas ficam olhando pra ele como se ele fosse Deus. Mal sabem que o belo corpinho não faz jus à atuação na cama. Eca, triplo eca. Meu namorado de quase três anos (nós nos separamos e reatamos sempre, por isso no longo intervalo, eu procurava os amigos...) me acostumou com fodas que duram em média 1 hora. E sou muito bem servida de 20 centímetros de pica. Não estava preparada pra essa situação.
Moral da história: Quem vê cara não vê foda.
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